É justo Deus salvar uma pessoa que sempre fez o mal e se arrependeu pouco antes de morrer?

Postado por Presbítero André Sanchez, em #VocêPergunta |
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Você Pergunta: Às vezes fico me questionando se é realmente justo Deus salvar alguém que nunca fez nada de correto nesse mundo, que sempre afrontou a Deus e aí chega ao final de sua vida ela aceita Jesus e é salva. E todas as pessoas que ela prejudicou? E a vida desregrada que ela viveu? Ao mesmo tempo, alguns sempre se dedicaram a vida toda pela obra do Senhor, sofreram e, no final, vão ao mesmo lugar que essa pessoa. Isso me parece meio injusto.

Cara leitora, não é raro questionarmos as formas como Deus faz as coisas que, muitas vezes, em nosso julgamento, nem sempre parecem justas. No caso que você citou, geralmente julgamos a partir da ótica do merecimento, logo, quem fez mais coisas boas deveria ser salvo e quem não fez não deveria. Mas vou pontuar algumas observações bíblicas para entendermos melhor essa questão, já que o nosso entendimento humano é falho:

É justo Deus salvar uma pessoa que sempre fez o mal e se arrependeu pouco antes de morrer?

É justo Deus perdoar e salvar alguém que só fez maldades?

(1) A salvação, segundo é relatada na Bíblia, não depende de obras. Ela acontece por ação e vontade de Deus em nossa vida: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9).

(2) Outro ponto a observarmos é que na Bíblia somos todos apontados como pecadores, mesmo aqueles que parecem bons demais para serem pecadores: “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23).

(3) As escolhas de Deus são mostradas na Bíblia como soberanas e justas, mesmo que achemos o contrário. Se Deus resolveu salvar alguém nos últimos minutos de vida (como foi o caso do ladrão crucificado ao lado de Jesus, por exemplo), Ele não está cometendo nenhuma injustiça, mas exercendo a Sua livre justiça e misericórdia de forma soberana: “Como está escrito: Amei Jacó, porém me aborreci de Esaú. Que diremos, pois? Há injustiça da parte de Deus? De modo nenhum! Pois ele diz a Moisés: Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão” (Romanos 9:13).

(4) Para exemplificar essa questão, Jesus contou uma parábola sobre trabalhadores de uma vinha em Mateus 20:1-16. Nessa parábola conta-se a história do dono de uma vinha que saiu de madrugada de casa para contratar trabalhadores para a colheita das uvas por determinado valor estipulado. Contratou trabalhadores de madrugada e combinou pagar um denário pelo trabalho de um dia. Depois saiu às nove da manhã e contratou mais alguns. Depois saiu ao meio dia e também às três da tarde e também às cinco da tarde e contratou mais alguns. Ao final do dia de trabalho, o dono pagou a todos os que contratou a mesma quantia de um denário. O que aconteceu? Os que foram contratados mais cedo e trabalharam mais se sentiram injustiçados. Achavam que aquele proprietário deveria pagar mais para eles e menos para os que trabalharam menos. Ao que o dono da vinha respondeu: “Mas o proprietário, respondendo, disse a um deles: Amigo, não te faço injustiça; não combinaste comigo um denário? Toma o que é teu e vai-te; pois quero dar a este último tanto quanto a ti. Porventura, não me é lícito fazer o que quero do que é meu? Ou são maus os teus olhos porque eu sou bom?” (Mateust 20:13-15).

(5) Essa parábola de Jesus nos ensina que Deus é soberano e derrama da Sua graça sobre todos da maneira como quer. Não cabe a nós termos inveja de quem, aparentemente, recebeu mais do que nós. Cabe a nós sermos gratos por Deus ter derramado também sobre nós da Sua graça. Olhar para alguém que foi salvo nos últimos instantes de sua vida e dizer que foi injustiça de Deus, é termos um olhar mal sobre um bem que Deus fez. Devemos nos contentar com aquilo que Deus faz por nós e olharmos para as bênçãos na vida de outras pessoas com alegria e satisfação por ver que Deus age bondosamente nessas vidas tanto quanto na nossa.

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